terça-feira, 6 de novembro de 2012

Alimente




Não existia garantia de que aquilo ia dar certo. Alias, por diversas vezes eles tentaram se afastar – todas tentativas infrutíferas. O problema é que até existiam pernas mais grossas, homens com mais atitude e garotas mais descoladas, o que não adiantava de nada, porque no final, mesmo depois de procurar tanto, tudo acabava com os dois deitados na mesma cama ao som dos mesmos pensamentos: “fizemos certo?” – Lógico que fizemos! Pelo menos no que se diz respeito ao que foi feito diante dessas quatro paredes, que por acaso já nos conhecem de longa data. - Antes se estivéssemos nos questionando apenas sobre isso.
Fizemos certo em mais uma vez não cumprir com a promessa de que tudo teria terminado? Fizemos certo em não lembrar das magoas anteriores e simplesmente nos entregarmos? Todas as vezes com ar de saudade, como quem diz: “Senti falta de você aqui, nessa cama, nos meus pensamentos, no meio peito, perto de mim”.

Ahhh... E como vou explicar aquilo que nem Freud entende?!

Ele tenta entender seu ciúme, sua mania de perseguição e seu incrível talento de dramatizar as situações. Ela respeita suas escolhas, entende seu modo de viver e aceita seu amor do modo como é. Ta! Eles morrem de rir juntos. Ela lambe o seu rosto enquanto ele morde o seu braço e todo o resto do seu corpo. Conhecem pai, mãe, tia, cachorro e papagaio. E sabe, existe até aquela cumplicidade implícita misturada com uma segurança descarada. – Hmm... Malícia e respeito, química na medida!
É... Eles poderiam passar longos anos daquele jeito. Acontece que esse amor era limitado, escorregadio. Quando menos se esperava ele escapava pelos dedos e escorria pelos olhos. Repulsão por cobranças e poucas palavras. Foi então que ela descobriu: enquanto ele a amava apenas quando queria, outra pessoa a amava todos os dias.

“Às vezes a migalha até satisfaz, mas com o tempo o corpo fica fraco e pede pelo prato cheio."
Alimente o seu amor!

Juliana Lima

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Fuck you.




Tá, eu vou explicar direitinho: paciência é a capacidade de manter em equilíbrio o seu estado emocional. É basicamente a virtude de compreender os incômodos e as dificuldade do dia-a-dia.
Ok. Beleza. Deu pra entender? 
Agora eu te pergunto: e quando falta isso? Bom, entenda como quiser, mas quando falta paciência você acorda, entra no seu blog, abre o link de 'new post' e manda todo mundo a merda. Aí aproveita que já está lá e joga aos sete ventos todo o lixo que você pensa sobre o mundo - ou sobre todo mundo. Desculpa, eu posso estar parecendo meio radical demais, mas foi o meio mais rápido e fácil que eu encontrei. Sei lá, talvez hoje eu só tenha acordado com vontade de te mandar pra putaquepariu e pedir que você enfie onde bem entender esse monte de escrotisses que pensa da vida. Alias, antes fosse apenas o que pensa da vida. 
Ok, você tem problemas. Ok, sua vida é foda. Ok, todo mundo tem problemas. Ok, tudo não passa de mentira. E Ooook, eu estou pouco me lixando! Sério. Ultimamente tem sobrado falta de paciência pra gente assim, que cria o magnífico mundo paralelo e interpreta felizmente o protagonista em 'o mundo de fulaninho'. 

As carapuças sempre servem. E se por acaso serviu aí, acho que está na hora de dar aquela evoluída nas ideias, não é?! Vamos começar a dar a cara à tapa por ser quem somos de verdade e por viver aquilo que realmente vivemos? Porra, orgulhe-se de ser quem é e de estar onde está. Faça por merecer. Sem mentira. Sem joguinho. Sem máscara bonita. Sem mimimi. Tudo é válido, desde que verdadeiro. Não escolha o personagem que convém para o momento. 

Dica: Existem muitos caminhos, então destaque-se fazendo o certo. Não faça uso dos meios mais chulos pra conseguir aquilo que não é teu. Afinal, já dizia o poeta, 'não precisa correr tanto atrás, o que é seu às mãos lhe há de vir' - Machado de Assis. 
Juliana Lima

domingo, 30 de setembro de 2012

Que delícia - Karol Conká

(...) Respeito e malícia juntos, é química na medida! (...)






Já vivi...



Entre tantas coisas que me comprometi fazer, a maioria delas fiz sem pretensão alguma.

Já perdoei erros quase imperdoáveis e percebi que tudo não passava de 'quase'. Tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis, mas descobri que cada pessoa carrega um propósito ao entrar nas nossas vidas, por isso por mais que ela se vá, ela sempre deixará uma imagem, um cheiro, um som ou um aprendizado. Já fiz coisas por impulso e confesso que me arrependi de muitas, mas não de todas. Já me decepcionei com pessoas que eu nunca pensei me decepcionar, mas também já decepcionei alguém. E quer saber? Eu descobri que quem a gente mais ama, é quem mais tem chance de nos decepcionar. É difícil de entender quando o caminho dessas pessoas é diferente, e mais difícil ainda aceitar quando você diz sim e ela diz não. Já abracei pra proteger. Já dei risada quando não podia. Fiz amigos eternos e amigos que eu nunca mais vi. Amei e fui amada, mas também já fui rejeitada. Fui amada e não amei. Mas é incrível, porque o sentimento que mais nos ensina é ele, o amor. Tenho certeza de que sei qual é a dor que ele traz, mas posso garantir que diariamente tenho a oportunidade de sentir o gostinho que ele deixa. Hoje tenho certeza, 'o amor vence tudo'. Já gritei e pulei de tanta felicidade, não tem sensação melhor que essa. Já vivi de amor e fiz juras eternas, e quebrei a cara muitas vezes! Já chorei ouvindo música e vendo fotos - e cá entre nós, faço isso até hoje. Já liguei só para ouvir uma voz e me apaixonei por um sorriso, mas fazer o que se eu fico fraca quando o olho brilha? Já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo). A questão é que a gente nunca perde, só ganha. Muitas vezes a presença não existe, o contato acaba, mas a memória do que é bom fica. É bem aquela historinha:  o que é verdadeiro, por mais que se afaste, sempre volta, sempre fica. 

Eu vivi! E ainda vivo!
Nunca quis passar pela vida, eu faço dela minha aquarela, meu papel, minha caneta. Da vida, eu faço história. Eu erro e eu aprendo. Não vim até aqui pra brincadeira, por mais que eu conquiste a maioria das coisas brincando. E sabe, você deveria fazer o mesmo! Viva! Porque 'bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito pra ser insignificante'!!!


**Texto de Augusto Branco, adaptado por mim.
Juliana Lima

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Um pouco mais de paciência.


E se lembrar de todas as vezes que pensei estar certa e dei de cara com todas as minhas contradições. E se pensar que tantas vezes eu quis deixar pra outro dia, dormir até mais tarde e inventar uma mentira maluca que me trouxesse paciência. Talvez a graça da vida esteja exatamente nisso, mudar de ideia! Fui uma criança veterinária, uma adolescente que sonhava em estudar psicologia criminal e hoje uma estudante de Direito, que bate perna pelo centro de São Paulo e sonha em viajar pelo mundo escrevendo romances e aventuras e poesias e crônicas e qualquer coisa que eu quiser. 

Contraditório? Não. Mas quem sabe essa seja exatamente uma das coisas com a qual eu preciso bater de frente todos os dias. Me superar! Tentar escutar pelo menos a maior parte das vezes que pedem que eu tenha paciência. Controlar essa ansiedade maluca de querer tudo pra agora, nesse momento, antes que acabe, antes que esfrie, antes que eu mude de ideia. 

Juliana Lima


"Pra falar a verdade, ás vezes minto tentando ser metade do inteiro que eu sinto. 
Pra dizer ás vezes que ás vezes não digo, sou capaz de fazer da minha briga meu abrigo.
Tanto faz não satisfaz o que preciso.
Além do mais, quem busca nunca é indeciso!"
(Teatro Mágico - Cuida de mim)

segunda-feira, 27 de agosto de 2012


'A paz invadiu o meu coração. De repente, me encheu de paz.'

Mais do que ser feliz por termos um ao outro, somos felizes por termos nós mesmos. Afinal, o melhor amor não é aquele em que um precisa do outro, e sim aquele que sabe viver sozinho, mas que melhora quando está junto!

Fechar os olhos, lembrar e sorrir! 
Tão simples. Tão bom. Tão alegre. Tão em paz! 
Porque viver assim foi como escolhemos. 
Ser feliz por tudo ou por nada. 
E quando por nada, ser feliz e só!

Juliana Lima


terça-feira, 14 de agosto de 2012

Amarello amor.

O que existe além do que já foi dito sobre amor.
Toda minha vida é pautada em amores que tive ou gostaria de ter. Falando sobre os que tive, também não tenho muito a dizer. Amei e fui muito bem amada! Mas foi um amor - um único amor - que veio, cruzou minha vida, tocou minha alma e ficou marcado em minha pele. Todos nós carregamos conosco uma história, aquela que só nos atrevemos a lembrar quando durante a noite, no escuro, encostamos nossas cabeças no travesseiro e o silêncio cala fundo. Não importam os anos, certas coisas simplesmente permanecem. 


Mas então, numa quinta feira a tarde de um ano qualquer, tropeçamos nesse amor já supostamente esquecido e percebemos que amor igual não há. E que aquela pessoa continua - e continuará - a ser nossa referência afetiva mais sincera e profunda. Não é doença nem obsessão. Alias, não é nada, só amor. Amor dos bons, daqueles que são únicos e maravilhosos, que acontecem poucas vezes nas vidas das pessoas. Daqueles amores que ficam e que teremos que conviver com ele como algo concreto e parte de nossas vidas. 

Que alma consegue atravessar a vida sem ter conhecido o amor, e quem sabe ter a sorte de ser correspondido? Que vida vale a pena sem amor? Nenhum sentimento é mais lindo, profundo e transformador que o amor. Só amor transcende e purifica, enlouquece e cura, invade e permanece, liberta e aprisiona. Quando acontece, é um som grave que penetra, invade e permanece. 

Não compliquem nem elaborem o sentimento mais incrível e poderoso de todos. Permitam que ele chegue e se instale, pois o resto são bobagens, meninas. Bobagens! 
____________________________________________

Esse é um texto publicado em forma de vídeo pela revista Amarello.
Não sei bem ao certo quem escreveu, mas acredito ter sido a própria atriz Carolina Ferraz - e cá entre nós, ela arrebentou!!! 

domingo, 12 de agosto de 2012

Ahh. O amor.



Chutar o pau da barraca tem surtido muito mais efeito nos dias de hoje. 'Amar virou coisa de gente corajosa'. Isso é coisa de louco! Coisa de quem bate no peito, curte a foça, aceita a desilusão e sorri. Sorri porque o sol nasce todos os dias. E se você acha o pôr do sol lindo, é porque não sabe apreciar a magia de quando ele nasce. Amar é coisa pra quem suporta o peso da armadura no sorriso e a leveza da esperança no olhar. Você vai encontrar 'n' motivos pra desistir, 'x' motivos para não acreditar e quem sabe, apenas um motivo para amar. E eu garanto, esse único motivo vai ser o suficiente pra você largar todos os outros. 'Caetanear o que há de bom'. Sem medo. Sem erro. Sem pressa. - Ser feliz e só!

Eu amo! Amo passar horas escrevendo coisas que eu desconhecia até passar pro papel. Amo olhar você dormir e as nossas brincadeiras e as misturas de suco de melancia que a gente costuma fazer. Eu amo meu cabelo, minhas roupas e minha mente. Amo a preocupação, os desabafos e as conversas sobre a vida. Amo as minhas tatuagens. E amo mais ainda cada marca que a vida fez questão de deixar em mim. Eu adoro pegar suas roupas quando sinto frio e amo sentir calor quando estou em seus braços.

E é por tudo - ou por nada - que permanecer tem se tornado a escolha mais sincera. E a mais corajosa!

Juliana Lima

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Eu não fiz nada, só olhei por cima e puxei aquele sorriso de canto sem mostrar os dentes que você conhece. Foi o suficiente! A testa franziu e a certeza me veio: "gente estúpida misturada com gente estúpida, que se estupidifiquem eles, entre eles."

Hipocrisia barata é lixo! 

terça-feira, 17 de julho de 2012

terça-feira, 3 de julho de 2012

Sendo o que quer ser.

É brilho que ilumina, 
música que acalma, 
palavra que conforta, 
abraço que protege.
É olhar com malicia, 
beijo que arrepia!
É o que a gente quer que seja. 
Seja eu. Seja você. 
Seja eu e você independentemente do que seja.

Juliana Lima

terça-feira, 26 de junho de 2012

Super-Ação



Não sou boa com números. Com frases-feitas. E com morais de história. Gosto do que me tira o fôlego. Venero o improvável. Almejo o quase impossível. Meu coração é livre, mesmo amando tanto. Tenho um ritmo que me complica. Uma vontade que não passa. Uma palavra que nunca dorme. Quer um bom desafio? Experimente gostar de mim. Não sou fácil. Não coleciono inimigos. Quase nunca estou pra ninguém. Mudo de humor conforme a lua. Me irrito fácil. Me desinteresso à toa. Tenho o desassossego dentro da bolsa. E um par de asas que nunca deixo. Às vezes, quando é tarde da noite, eu viajo. E – sem saber – busco respostas que não encontro aqui. Ontem, eu perdi um sonho. E acordei chorando, logo eu que adoro sorrir... Mas não tem nada, não. Bonito mesmo é essa coisa da vida: um dia, quando menos se espera, a gente se supera. E chega mais perto de ser quem – na verdade – a gente é.

 Um brinde ao inesperado!
 E às diversas formas de seguir em frente!

Prazer, Fernando Mello!

segunda-feira, 25 de junho de 2012

A fila anda - Rashid (prod. Dj Caique)

É  NOVA, ESTÁ FRESQUINHA E É BOA DEMAIS!!!


(...) 
Todos querem sentimento, ninguém quer favor. 
E nada é mais gelado que um abraço sem amor.
(...) 
Mas se não cuida do amor, ele morre tão rápido quanto ele nasce.




sábado, 16 de junho de 2012


Tenho um sorriso bobo que parece com soluço.
Enquanto o caos segue em frente com toda a calma do mundo!


domingo, 3 de junho de 2012

O que somos.




Era mais ou menos assim: nós dois e um mundo compacto, sem muitas pretensões e nem preocupações. Nós caminhávamos, simples assim. Camuflávamos o medo e exibíamos as nossas alegrias. A gente se entendia, se divertia. Bendito senso de humor - isso nunca nos faltou.

Talvez essa história não esteja escrita - e nunca seja - ou quem sabe seja e nós não entendemos ainda. Lembro-me de quando nos encontramos. O frio na barriga ao te abraçar, sua voz dizendo 'não acredito', seu beijo, a vergonha que dava espaço pro sorriso sem graça e a vontade de que aquela noite não terminasse nunca. Eu me apaixonei!

Éramos nós dois e o futuro. Os dedos entrelaçados e a segurança de uma afirmativa - 'Tô contigo'. Nós não precisávamos de rótulos, nós fazíamos bem um pro outro e ponto. Era o suficiente. Tínhamos liberdade, éramos amigos. Nós nunca brigamos por coisas que um fez diretamente ao outro, só tivemos a infelicidade de tropeçar em algumas pedras mal colocadas no caminho.

Eu sonhadora e você tão pé no chão.
Você racional e eu tão sentimental.

Nós jogávamos. Sem cartas marcadas. Com movimentos leves. Dois colecionadores. Nós juntamos as experiências, as aflições, as decepções e transformamos em vontade de ser feliz, em sensação de bem estar. Nós fomos aquilo que queríamos ser. Euforia no peito, abraços e riso fácil. Nós não éramos assim, nós somos assim. Eternas crianças com contas pra pagar. Queremos ver o mundo girar, provar as bebidas mais fortes, comparar nossas filosofias e entender que nossa felicidade não depende de ninguém, apenas de nós mesmos! Quando estamos na companhia de alguém que nos faz bem, essa felicidade é somada, não dividida.

Por Juliana Lima

domingo, 20 de maio de 2012

À nós!



E com os mesmos dedos entrelaçados num cabelo liso e bagunçado, eu olhei pra dentro e sorri!
Pra dentro porque era ali que ela estava. Pequenininha onde lhe cabia. Moldada onde lhe servia. Eu reencontrei a garota do sorriso grande e do olho caidinho. E ela é linda! Linda do jeito que é e nunca devia ter deixado de ser. 

O caminho é simples. Tem espinhos, tem chuva e não é feito de ladrilhos coloridos. Mas tem um amor bonito, um amigo fiel e um mundo de infinitas possibilidades pra ser feliz! E quem disse que a gente precisa de muito? A gente não precisa de nada. Nada que não seja nosso e que não represente quem somos. Não queremos o que é sujo e nem o que é pouco. E quem somos é uma mistura, porque no meio de tantas frases mal ditas e tantas palavras não escritas, a gente se encontra. Eu e todas as Juliana´s que aqui habitam. 

Nós borramos o rímel, seguramos o coração e com todas as forças que achamos possuímos, vamos em frente. Mesmo que arranque pedaços, nós estamos ali. Olhando de frente e afrontando o que nos perturba. Não somos melhores do que ninguém, mas temos consciência de que fazendo o que o nosso coração manda, o caminho é muito mais bonito. Talvez não com as explicações que nós queremos, mas com certeza com a melhor explicação que Ele tem.

Assim, não encontro motivos para estar em outro lugar a não ser o lugar que estou. Então, vou reorganizando minha pirâmide de prioridades e entendendo que dentro dela só está quem quer estar. Porque quem não quer, não vale meu sorriso e muito menos meu coração. 

Por Juliana Lima

domingo, 13 de maio de 2012


Metade dela. Sorriso meu. 
Exemplo meu. Reflexo dela.

Eu escuto ela dizer quase todos os dias que os cabelos brancos são todos por nossa culpa, mas eu discordo. Quem mandou ela querer ter tanto filho?! [hahaha] A gente só faz a nossa parte. 
Sim, nós somos em quatro. Quatro irmãos eternamente gratos por ter como mãe esse anjo maravilhoso que você é. Muito mais do que nossa melhor amiga, você sempre vai ser a certeza de não estarmos sozinhos. Você é mã, é manhê, é mamis, é a gordinha do Antônio. Você é Adriana. É Cristina. É a guerreira de ferro e coração de manteiga que nos acolhe, nos protege e nos ensina. É nossa inspiração e nosso exemplo de amor!

POR VOCÊ E COM VOCÊ PRO RESTO DAS NOSSAS VIDAS!

NÓS TE AMAMOS MUITO, MÃE!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Quem sabe faz.


Quem sabe faz. Quem quer inventa.
E quem vive escreve história.

Longe de mim perder tempo escrevendo aquilo que não tem graça, 
que não encanta, que não te prende.
Eu sempre gostei mesmo é das canetas de cor neon, 
das folhas desenhadas e das capas douradas.
Se for pra fazer, que seja bem feito. 
Eu quero letra legível. 
Introdução.
 Um começo meio maluco. 
Um meio bem tranquilo. 
E um fim com cara de recomeço.
Ahhh... E se não for pedir muito, eu quero uma dedicatória. 
Daquelas bem lindas, 
que arrancam suspiros e te deixam morrendo de inveja.

Quem escreve entende a alma.
Ocupa a mente.
E aceita o coração.

Por Juliana Lima

sábado, 31 de março de 2012

Gracias !


Difícil é falar sobre o valor que cada um emprega a si.
Comodismo próprio. Felicidade ilusória. Prazer momentâneo.
Algumas pessoas se contentam com o sentimento de posse. 
E por mais que já tenham ocupado um lugar melhor, se satisfazem com o que tem pra hoje. 
Vai entender!
Meu foco é outro.
Meus princípios não são esses que vocês estão acostumados a ver por aí.
E minha fé?
Cara, essa me faz enxergar um caminho que você nunca vai poder acompanhar.

Enquanto você fala, eu faço.
Enquanto você pensa, eu sinto.
E é mais ou menos o que Martha Medeiros disse:
"Fui abençoada com um coração meiguíssimo
e em contrapartida com um pavio bem curto.
Exatamente igual a um vidro:
se me jogar no chão , eu quebro...
mas se me pisar, te corto."

Por Juliana Lima


domingo, 26 de fevereiro de 2012

Karol Conká - Melhor que se faz



Pra que tudo isso? É tanta coisa se perdendo, julgamentos ao léu, corações endurecendo. Com o tempo eu fui vendo, vivendo e entendendo que somos simples criaturas em desenvolvimento. 
Erros cometidos, alguém vai condenar. Ninguém é compreendido. Ninguém sabe perdoar.
No final somos todos reféns do próprio sentimento, afogando as mágoas numa piscina de lamentos.
Momentos contraditórios me deixam meio confusa. Tento me adaptar, mas tem coisa que não muda. Já não sei se posso suportar tanto constrangimento, me fazendo enjoar. Acho que é melhor deixar pra lá, tenho que me ocupar com o que possa me fortificar. Deixa que o tempo se encarregue de arrumar algo que faça com que as peças possam se encaixar...
Seja lá o que for, deixa a mágoa pra trás. É o melhor que se faz! Vê se é isso mesmo que te satisfaz... É só correr atrás. Se alguém errou é só não errar mais. Pra onde eu vou o certo se atrai, então vai... 
É o melhor que se faz!
Egos inflados. Opiniões são expostas, rancor acumulado apoiado nas próprias costas. Falsos sorrisos são lançados por obrigação, correndo o risco de ser perder na interpretação. A junção de razões fortalece o que é coerente, permanece o que é real e a mentira se torna ausente. Somos sujeitos anormais querendo atenção. Seres reais, criando uma conexão. 
O mundo gira, deixa que ele trabalhe. E a gente pira, aqui não há quem se cale. Bota na balança tudo que for de benéfico, renove a esperança sem sentimento sintético.
Siga na paz. Eleve a alma. 
Nos momentos de aflição o esquema é ter calma. A vida inteira é feita pra ser feliz, abra os olhos pro que o coração te diz!

Eu vou rezar.

Pra minha alma eu vou rezar! #ConeCrew



Eu desculpo vocês, ignorantes, que reconhecem o amor apenas através de gestos ou contato físico entre pessoas do sexo oposto. Tem gente que confunde amor com desejo, com comodidade e até mesmo com simpatia. Nós vivemos em um mundo completamente carente, onde as pessoas se amam loucamente por tempo determinado e dizem 'eu te amo' como se fosse 'bom dia'. Isso me cansa. A gente fala de amor e as pessoas já assimilam um homem e uma mulher. [Sim, o sexo tem que ser distinto - afee]. A maioria já pensa em beijo na boca, flores, declarações e bla bla bla. É difícil entender que esse é o menor de todos os significados que o amor nos traz? Falta amor sim, mas falta muito mais amor com o próximo, com o ser humano, com o lugar que a gente vive e com o lugar que outros ainda vão viver.


E VIVA A GENERALIZAÇÃO DO AMOR!!! [não? eu sei lá]



Juliana Lima


'Nossa Senhora das coisas impossíveis que procuramos em vão... Vem, soleníssima!
Soleníssima e cheia de uma vontade oculta de soluçar. Talvez porque a alma é grande e a vida pequena. E todos os gestos não saem do nosso corpo. E só alcançamos onde o nosso braço chega. E só vemos até onde chega o nosso olhar.'
(Fernando Pessoa)

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Ela disse sim.



[...]
Ela enxugou a lágrima presa no canto do olho esquerdo e mordeu levemente os lábios. E foi assim, com os dedos entrelaçados e o sorriso discreto no rosto, que os dois decidiram ser felizes!

Algumas coisas não precisam ser entendidas. Elas não estavam escritas em nenhum caderninho de planejamento, com data e hora marcadas na agenda de compromisso. É como se estivéssemos aqui, agora, fazendo qualquer coisa, e essa coisa ser capaz de determinar o nosso futuro.

Juliana Lima

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Perto ou longe.



Atrasada, impaciente.
Ela estava no caminho do trabalho, em plena quinta feira, escutando uma música brega qualquer na rádio e pensando 'acelera isso, motorista, eu tô a.t.r.a.s.a.d.a'. É, ela não custama ter o melhor humor do mundo quando sua manhã já começa meio turbulenta, quando só teve tempo de se jogar dentro da primeira roupa e engolir sem respirar uma xícara de café. E mesmo assim, a mais de 7000km de distância, com uma única ligação ele conseguiu mudar tudo. Só de olhar o visor do celular e perceber que o número não era daqui, seus olhos já mudaram de cor. E então, todo mundo parou pra olhar quando ela abriu aquele sorriso e disse 'Alôô, bom dia!'... Siim, qualquer um daria tudo pra sentir a felicidade que ela transmitia naquele momento. Era algo simples, uma ligação. Mas era de verdade. Pra ela, era muito mais do que uma simples ligação logo de manhã. Era a voz dele do outro lado da linha!

Por um descuido, ela desligou o celular sem antes dizer à ele o quanto era importante, o quanto ela tinha gostado de ouvir sua voz e o quanto ela estava feliz por sentir tudo aquilo. Engraçado... mas ela desceu do ônibus, acelerou o passo, pegou o elevador, sentou em sua mesa e começou a escrever. Dessa vez, não eram frases indiretas de quem não sabe o que está acontecendo. Agora, ela sabia exatamente o que queria. Tinha certeza do que estava sentindo. Ela só queria dizer à ele que faria tudo pra estar lá, perto dele, junto com ele. Ele cuindando dela e ela cuidando dele!

A distância nos separa na forma física, não no sentimento...

Juliana Lima

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Na ponta dos pés.


Com paciência, me dei ao luxo de escutar calmamente cada palavra que você sussurou em meus ouvidos. Eu acreditei! De alguma forma, a vontade de que tudo desse certo era muito maior do que um mimo que implorava pelo aqui e pelo agora. Eu calcei o salto sem tirar meu all star. Resolvi caminhar levemente na ponta dos pés. E sorrateiramente, sem que ninguém pudesse perceber, reergui o meu templo de paz. 

Eu colori, fiz alguns desenhos e enfeitei com os presentes mais bonitos que ganhei durante esse tempo. Fiz uma janela bem grande e tinha uma paisagem linda de frente para o mar. Um deck. Uma rede. Uma espreguiçadeira. (Sei lá... eu sempre achei que isso fosse sinônimo de paz!). Na estante eu coloquei fotos. Muitas fotos e muitos livros - isso não me deixava esquecer quem eu era. Sabe, eu sempre gostei de sentir essa nostalgia ao reviver coisas do passado. Elas me dão motivos pra seguir em frente. 

Dentro do meu templo, não coloquei nada mais do que aquilo que me fazia bem. Que coloria minha vida. Nada mais do que aquilo que me impulsionava à favor dos meus sonhos, quando os mesmos pareciam longe demais. Isso me fazia ficar assim... com apenas metade dos pés no chão.
Talvez seja essa a paz que eu mereço, a paz que eu preciso!

Juliana Lima

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Por favor!


Muitas vezes as coisas funcionam assim, a gente vive algo muito forte, ama de um jeito que acredita ser pra sempre e depois percebe 'que o pra sempre, sempre acaba'. - Ahh, Cássia Eller, eu tenho certeza de que você já foi trilha sonora de muitos corações apaixonados. Na hora é difícil de entender, né?! A gente perde o chão, perde o controle. A gente acha que não vai encontrar mais ninguém no mundo que nos complete tão bem como quem nós já estávamos acostumados a ter. Depois é engraçado pensar nisso. Olha o tamanho desse mundo! Qual a chance de só existir uma pessoa que nos complete? Sei lá... Alguns preferem se rebelar, 'não acredito mais no amor', 'vou ser feliz sozinho', 'não preciso de ninguém' e algumas outras expressões típicas de quem já deu com a cara na porta. Outros são preguiçosos, já se cansam só de pensar em começar tudo de novo, conhecer alguém legal, apresentar pra família, construir confiança, fazer planos e correr o mesmo risco de sempre: que as coisas mudem. Esses são bem complicados. Mas há também, aqueles que são a mistura de tudo. Eles sofrem, se acabam nas baladas da vida, são mais cautelosos ao se envolver com alguém, mas de jeito nenhum perdem o brilho ao viver um novo amor. Acreditar no amor, gente. É isso que falta no mundo!

Eu aprendi com uma amiga, que não importa o tempo que passe, algumas pessoas sempre vão ocupar um lugar diferente dentro do nosso coração. Eu mesmo já disse trilhões de vezes, 'caramba, tanto tempo assim pra ser jogado no lixo'. Pois é, não é bem assim que a gente deve pensar. Não são anos jogados no lixo. Nada foi tempo perdido. As coisas deram certo siiim e vocês foram felizes durante muito tempo. O que acontece é, que ás vezes, o caminho toma outro rumo e não há ódio, raiva e nem rancor que façam você esquecer aquilo que um dia existiu. Quem sabe você também tenha coisas importantes pra aprender com outra pessoa, e visse e versa. Quem sabe você ainda viva algo tão mais mágico e tão mais forte do que aquilo que já imaginava viver. Hoje, eu não acredito mais nessa história de que vivemos apenas um amor. Nós somos feitos de amores, isso sim. 

Realmente, canalizar os nossos sentimentos é um exercício difícil. Muitas vezes não depende só de nós - por mais que seja um sentimento só nosso. Infelizmente, não por maldade, sofremos influência. E sabe aquele ser repugnante que almeja sua felicidade? Então, pode ser que ele não meça esforços para interferir no que é seu, seja por direito ou por opção do coração. Alias, prejudicar alguém (não importa quem seja), apenas para se sentir de certa forma superior, é lamentável... digno de dó. Nós não precisamos disso. Nós confiamos em algo maior. Nós precisamos de paz, de amor próprio, de sinceridade. Nós precisamos de amor. Muito amor, por favor! 

"E que a minha loucura seja perdoada. 
Porque metade de mim é amor.
E a outra metade... também."
(Oswaldo Montenegro)

Juliana Lima

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Mais uma vez, ela.


O coração leve, a mente ocupada e o sorriso no rosto! Ela sempre foi assim!

Ela não procura que todos gostem dela. Ela só pede que à respeitem. Ela não controla o que sente, e muitas vezes não sabe se o que os olhos não vêem o coração não sente, ou se é enganado. A sorte dela está no amor, no coração, naquele bem grande que ela carrega no peito. Disso ela nunca teve vergonha, sempre se orgulhou. Muitas vezes ela chora, fecha a cara quando não gosta e dá dez vezes tchau pra ele na hora de ir embora. 
Talvez ela seja mesmo um pouco complicada. Mas é desse jeito que ela gosta de ser. É assim que ela conquista quem está do lado dela. É estampando seu sorriso que ela encontra forças pra acreditar que nem tudo está perdido. Ela segue o coração. Ela prefere acreditar. Ela só continua caminhando se souber que nada vai contra os seus valores. Mas ela não é de ferro. Ela cai - e feio. Ela acredita em quem não deveria, dá importância pra quem não se importa e cai dentro de joguinhos medíocres de quem não tem o que fazer. Ahhh, se pudéssemos ser vacinados contra isso! Mas sabe de uma coisa? De boas intenções o mundo está lotado. 

Já dizia John Lennon: 'Você pode dizer que sou um sonhador, mas eu não sou o único. E espero que algum dia você junte-se a nós, assim o mundo viverá como um só'. 

Juliana Lima

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Amém.



Na hora eu ri, mas depois eu entendi o que você queria quando dizia que 'as lágrimas de hoje, são os sorrisos de amanhã'. 

Engraçado e assustador, mas hoje eu pude escutar sua voz, pude sentir cada palavra que foi pronunciada aquele dia. Mesmo depois de anos, só hoje eu consegui absorver cada uma delas. Engraçado como a gente sempre acha que sabe demais, e assustador, como a gente sempre descobre que não sabe nada. O destino prega peças. O tempo faz lição. E quem diria que as palavras que mais me fizeram mal, um dia pudessem decidir uma parte tão boa da minha história. 

O tempo me fez entender que nem sempre é possível controlar o que a gente sente. Ás vezes, é como se Deus olhasse no fundo dos nossos olhos e dissesse: 'Filho, vai com calma, pega esse miúdo tempo e transforma cada segundo em tranquilidade pro seu coração'. Ele sabe o que está fazendo. Sem pressa. Sem ansiedade. Sem preocupação. Eu confio, e sei que Ele confia também!

"Me protege. Me governe. Me ilumine."


Amém...

Juliana Lima