De uns tempos pra cá, conheci dois tipos de pessoas: aquelas que invejam sua felicidade e aquelas que invejam os seus problemas. As que invejam sua felicidade não suportam te ver bem, contrariam seus motivos e desconfiam das suas razões. Já aquelas que invejam seus problemas, não te enxergam como pessoa, não perguntam se você está bem e falam que sentiram sua falta. Quando te encontram, perguntam: "e aquilo lá, passou?" "e ele, já esqueceu?" "e o emprego, arrumou?" "e fulano?" "e ciclano?" "e beltrano?". É um saco, algumas pessoas lembram mais dos seus problemas do que você mesmo.
Não conte! Escolha poucos e bons para falar sobre a sua vida, para desabar seus problemas e pedir ajuda. Afinal, disse uma vez o poeta: 'ninguém é tão suficiente, que não precise de ninguém'. Nós temos mania de arrastar nossos problemas junto com a gente, na esperança de que alguma alma, mesmo que desconhecida, chegue com todas as soluções. E eu posso te afirmar com total notoriedade: isso nunca acontece.
Em momento algum a ideia desse texto foi dizer que somos autossuficientes, muito pelo contrario. Nós precisamos - e muito - das outras pessoas. Talvez eu possa até mesmo me arriscar ao dizer que: são com elas que nós iremos aprender nossas maiores lições de vida, tanto boas como ruins, mas para isso, nenhuma delas vai precisar saber à risca sobre toda sua vida. Pra que isso funcione, é essencial que tenhamos poucos e ótimos amigos, daqueles que não precisem perguntar, afinal, com toda naturalidade do mundo, eles vão saber tudo que passa dentro de você. Poucas vezes porque você contou, e muitas vezes porque descobriram nos seus olhos. Sem eles sim, nós não seríamos nada!
Não conte! Escolha poucos e bons para falar sobre a sua vida, para desabar seus problemas e pedir ajuda. Afinal, disse uma vez o poeta: 'ninguém é tão suficiente, que não precise de ninguém'. Nós temos mania de arrastar nossos problemas junto com a gente, na esperança de que alguma alma, mesmo que desconhecida, chegue com todas as soluções. E eu posso te afirmar com total notoriedade: isso nunca acontece.
Em momento algum a ideia desse texto foi dizer que somos autossuficientes, muito pelo contrario. Nós precisamos - e muito - das outras pessoas. Talvez eu possa até mesmo me arriscar ao dizer que: são com elas que nós iremos aprender nossas maiores lições de vida, tanto boas como ruins, mas para isso, nenhuma delas vai precisar saber à risca sobre toda sua vida. Pra que isso funcione, é essencial que tenhamos poucos e ótimos amigos, daqueles que não precisem perguntar, afinal, com toda naturalidade do mundo, eles vão saber tudo que passa dentro de você. Poucas vezes porque você contou, e muitas vezes porque descobriram nos seus olhos. Sem eles sim, nós não seríamos nada!
Ju Lima



