(...) Respeito e malícia juntos, é química na medida! (...)
"E é juntando palavras que eu coloco cor em minha vida, e ás vezes, na vida dos outros também."
domingo, 30 de setembro de 2012
Já vivi...
Entre tantas coisas que me comprometi fazer, a maioria delas fiz sem pretensão alguma.
Já perdoei erros quase imperdoáveis e percebi que tudo não passava de 'quase'. Tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis, mas descobri que cada pessoa carrega um propósito ao entrar nas nossas vidas, por isso por mais que ela se vá, ela sempre deixará uma imagem, um cheiro, um som ou um aprendizado. Já fiz coisas por impulso e confesso que me arrependi de muitas, mas não de todas. Já me decepcionei com pessoas que eu nunca pensei me decepcionar, mas também já decepcionei alguém. E quer saber? Eu descobri que quem a gente mais ama, é quem mais tem chance de nos decepcionar. É difícil de entender quando o caminho dessas pessoas é diferente, e mais difícil ainda aceitar quando você diz sim e ela diz não. Já abracei pra proteger. Já dei risada quando não podia. Fiz amigos eternos e amigos que eu nunca mais vi. Amei e fui amada, mas também já fui rejeitada. Fui amada e não amei. Mas é incrível, porque o sentimento que mais nos ensina é ele, o amor. Tenho certeza de que sei qual é a dor que ele traz, mas posso garantir que diariamente tenho a oportunidade de sentir o gostinho que ele deixa. Hoje tenho certeza, 'o amor vence tudo'. Já gritei e pulei de tanta felicidade, não tem sensação melhor que essa. Já vivi de amor e fiz juras eternas, e quebrei a cara muitas vezes! Já chorei ouvindo música e vendo fotos - e cá entre nós, faço isso até hoje. Já liguei só para ouvir uma voz e me apaixonei por um sorriso, mas fazer o que se eu fico fraca quando o olho brilha? Já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo). A questão é que a gente nunca perde, só ganha. Muitas vezes a presença não existe, o contato acaba, mas a memória do que é bom fica. É bem aquela historinha: o que é verdadeiro, por mais que se afaste, sempre volta, sempre fica.
Eu vivi! E ainda vivo!
Nunca quis passar pela vida, eu faço dela minha aquarela, meu papel, minha caneta. Da vida, eu faço história. Eu erro e eu aprendo. Não vim até aqui pra brincadeira, por mais que eu conquiste a maioria das coisas brincando. E sabe, você deveria fazer o mesmo! Viva! Porque 'bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito pra ser insignificante'!!!
**Texto de Augusto Branco, adaptado por mim.
Juliana Lima
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Um pouco mais de paciência.
E se lembrar de todas as vezes que pensei estar certa e dei de cara com todas as minhas contradições. E se pensar que tantas vezes eu quis deixar pra outro dia, dormir até mais tarde e inventar uma mentira maluca que me trouxesse paciência. Talvez a graça da vida esteja exatamente nisso, mudar de ideia! Fui uma criança veterinária, uma adolescente que sonhava em estudar psicologia criminal e hoje uma estudante de Direito, que bate perna pelo centro de São Paulo e sonha em viajar pelo mundo escrevendo romances e aventuras e poesias e crônicas e qualquer coisa que eu quiser.
Contraditório? Não. Mas quem sabe essa seja exatamente uma das coisas com a qual eu preciso bater de frente todos os dias. Me superar! Tentar escutar pelo menos a maior parte das vezes que pedem que eu tenha paciência. Controlar essa ansiedade maluca de querer tudo pra agora, nesse momento, antes que acabe, antes que esfrie, antes que eu mude de ideia.
Juliana Lima
"Pra falar a verdade, ás vezes minto tentando ser metade do inteiro que eu sinto.
Pra dizer ás vezes que ás vezes não digo, sou capaz de fazer da minha briga meu abrigo.
Tanto faz não satisfaz o que preciso.
Além do mais, quem busca nunca é indeciso!"
(Teatro Mágico - Cuida de mim)
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