Quem sabe faz. Quem quer inventa.
E quem vive escreve história.
Longe de mim perder tempo escrevendo aquilo que não tem graça,
que não encanta, que não te prende.
Eu sempre gostei mesmo é das canetas de cor neon,
das folhas desenhadas e das capas douradas.
Se for pra fazer, que seja bem feito.
Eu quero letra legível.
Introdução.
Um começo meio maluco.
Um meio bem tranquilo.
E um fim com cara de recomeço.
Ahhh... E se não for pedir muito, eu quero uma dedicatória.
Daquelas bem lindas,
que arrancam suspiros e te deixam morrendo de inveja.
Quem escreve entende a alma.
Ocupa a mente.
E aceita o coração.
Por Juliana Lima
