quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Essa maluquez mulheriana.


Nós simplesmente não escolhemos, não é?! E de repente as coisas perdem a graça. E de repente a gente não sabe mais exatamente do que gosta. Paramos numa lanchonete e ficamos meia hora pra decidir se queremos um suco de açaí ou um frapê de coco queimado . Queee escolha, não?! É mais ou menos 'não sei se caso ou se compro uma bicicleta'. 
Tem vezes que a gente fica assim, quer juntar aquele mega coturno com aquela saia longa de renda divina. E as unhas?! Putz, que dúvida. Passamos o 'rosa chiclete' e em seguida tiramos pra passar o 'black rock'. Ahhhh homens, se vocês soubessem o que isso realmente quer dizer! Não, não é só a cor do esmalte, o corte do cabelo, o formato da roupa e muito menos a temida tpm. São os nossos sentimentos fazendo confusão nas nossas cabeças.
Uma hora parecemos tão pequenas, que nos ajeitamos em qualquer cantinho, em qualquer buraquinho. Outras, já parecemos tão grandes, que não cabemos nem mesmo, dentro de nós mesmas. Queremos gritar as nossas conquistas. Sentimos vontade de sair de casa só para estrear aquele sapato novo. Gostamos dos elogios. Queremos brincos, pulseiras e colares novos. Buscamos uma super promoção no emprego. Decidimos por livre e espontânea vontade que o nosso conhecimento é ilimitado. Nós temos o poder de voar, o dom de amar. Nós choramos ao pensar em perder alguém, mas lutamos com unhas e dentes pra proteger quem a gente ama. Eita mulherada difícil! Como diria Fernanda Mello, somos 'levemente malucas'! 
Sabe, sinceramente, eu me arriscaria em dizer que é essa loucura que nos dá certa lucidez. Fomos feitas pra isso, pra pensar em mil coisas ao mesmo tempo. É isso que nos dá equilíbrio. E é diisso que eu estou falando: e-q-u-i-l-i-b-r-i-o. Nós precisamos disso. 


"Sim, eu me considero dois pontos extremos e uma mesma reta."


Por Juliana Lima

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Vem. Pode vir.



"É diferente quem tem tempo pra sonhar"
                                                                          (Peixeletrico)

E lá foi ela, de encontro com mais uma segunda feira! Enrolou aqueles mesmos quinze minutos, e pensou seriamente em alguns outros motivos pra continuar ali, deitada, enrolada no seu edredon e abraçada com o seu travesseiro.  Uhum... Ela adora fazer isso. E adora mais ainda quando acorda com aquela sensação de 'sonho bom', com vontade de distribuir toda aquela energia no decorrer do dia. Oferecer aqueles tais sorrisos, sabe?! Porque talvez, entre os maiores planos de vida que ela tenha, o mais importante seja ser feliz!

Ela não tem pressa. Ela caminha de acordo com o seu próprio ritmo. Talvez seja um pouco desligada, meio esquecida, mas vive um dia de cada vez. E não que tenha sido assim a vida toda, pois foi o tempo que á ensinou. Ela aprendeu a confiar! SIM, talvez seja exatamente isso. Ela aprendeu a acreditar na sua capacidade. Não tem medo de parecer idiota. Não tem vergonha ao falar de amor. Ela ama. Ela sonha. Ela acredita. Ela faz tudo que estiver ao seu alcance pra te ver sorrir!

Complexo? Pode até ser um pouco, mas se tantas vezes não conseguimos entender nem mesmo as nossas próprias atitudes, quem dirá a dos outros. Então, se você acredita, que venha a terça feira, quarta, quinta, sexta, o sábado, o domingo e a segunda novamente. Afinal, somos nós que fazemos os nossos dias serem bons ou não... E eeeu?! Eu quero que o meu seja maravilhoso!


Por Juliana Lima

terça-feira, 23 de agosto de 2011

A sede é muita.

Em um infinito de possibilidades, eu escolho todas. Tenho uma sede que não cessa e uma dificuldade imensa em escolher apenas um destino. Tenho uma curiosidade que me deixa inquieta e uma vontade de percorrer todos os caminhos que não tem fim. Alimento a idéia fixa de desfrutar coisas que ainda nem sei e o sonho de habitar em lugares onde nunca estive. Tenho vontades para suprir e um monte de janelas para abrir. Sem saída, aceito minha condição restrita, mas faço ser intenso tudo que já conheci. Posso até ser limitada do lado de fora, mas as minhas recordações não me deixam mentir: aqui dentro o espaço é imenso.

Por Fernanda Gaona

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

sábado, 13 de agosto de 2011





Aiiii saudade.... você já foi tão inconveniente. Pena que não é mais! (:

Pois é, se eu fosse descrevê-la alguns meses atrás, certamente eu à colocaria entre um dos piores sentimentos. Dissertaria sobre perdas. Exclamaria sobre a falta. E sentiria aquela mesma dor que 'rói rói rói o coração da gente'. Sei lá... Não que a saudade não envolva grande parte disso. Mas eu aprendi, que não necessariamente porque eu sinto saudade, eu preciso querer aquilo de volta.


sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Entre ser e ter. Eu prefiro ser!


Não é falta de inspiração, muito menos de motivação. Isso nunca foi problema. Nunca foi razão!

Eu não sou nenhuma conhecedora da verdade, tudo que eu faço é peneirar as palavras na minha mente e jogar no papel. Não sigo à risca tudo aquilo que considero correto. Eu erro pra caramba. Sou errante. Eterna aprendiz das minhas escolhas - e com orgulho. É quebrando a cara que eu aprendo. É terminando que eu recomeço. É da minha perda que eu tiro a minha força. 

Sou menina. Sou mulher. Coração de pedra e coração de manteiga. Sou alma inquietante. Sou infinita admiradora da verdade, do sentimento, da razão e da paixão. Sou o lado bom daquilo que é escuridão. Não sou artista, mas adoro colorir. Não sei desenhar, mas sei escrever. E é juntando palavras que eu coloco cor na minha vida, e ás vezes, na vida dos outros também. Sou saudade do lado esquerdo do peito. Sou vontade de adiantar todos os relógios e calendários só pra te ter mais depressa. Sou colecionadora de vontades. Caçadora de sonhos. Sou impaciência. Sou aquele lápis batendo na mesa da sala de aula enquanto todos fazem prova. 

Não tenho mundos e fundos de dinheiro, mas tenho o que eu preciso pra hoje. Tenho minha familia completa. Tenho amigos. Tenho as melhores pessoas do meu lado. Tenho vontade de acreditar no amor. Tenho vontade de fazer com que tudo dê certo. Tenho alegria e paz dentro de mim. E se eu estou bem comigo mesma, não tenho porque querer pedir mais nada!

Por Juliana Lima


Redobro o quanto penso em ti tentando compensar esse vazio!

(Até o final - Projota)